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Suplementação com cretina faz bem ou mal à saúde?

Quem aí não pratica exercício físico? Bem, se você não pratica, está na hora de começar, nem que seja uma simples caminhada de meia hora por dia! De qualquer forma, para aqueles que querem um resultado melhor, além da prática periódica de exercícios, também há a opção da suplementação com creatina, mas será que ela é realmente eficaz? Será que não causa nenhum dano aos rins? Essa e outras dúvidas você pode conferir a seguir.




Primeiramente, qual a finalidade da suplementação desse elemento? O músculo esquelético, responsável pelos nossos movimentos e, portanto, relacionado ao exercício, é composto em grande parte por creatina, basicamente, quanto maior a sua concentração no músculo, maior é o desempenho e, através da suplementação, é possível aumentar a sua concentração de 20 a 40%.

Para você ter uma ideia prática, ela irá melhorar os sprints de alta intensidade, aumento do desempenho de contrações musculares máximas, aumento de massa muscular e força em resposta a adaptação do exercício, melhora da síntese de glicogênio e melhora da tolerância ao treino e capacidade de recuperação muscular.

Biologicamente, ela até mesmo pode auxiliar na terapia de algumas doenças, como por exemplo aquelas consideradas erros inatos do metabolismo, na qual um indivíduo não produz uma determinada enzima que auxilia na produção de creatina endógena, como a creatina também é encontrada no cérebro, acredita-se que ela pode auxiliar até mesmo no tratamento do Parkinson, alguns pesquisadores já estudam esse efeito, mostrando uma correlação positiva, porém, nada conclusivo, pelo menos por hora, o mesmo pode se aplicar para outras doenças, como o diabetes tipo 2.

Mas ela prejudica o rim? Ainda são necessários estudos maiores, porém, o que temos é o seguinte: sim e não! Inicialmente, em indivíduos saudáveis, ela não mostrou nenhuma piora na função renal desses pacientes, o problema é quando quem a ingere possui alguma propensão a desenvolver algum tipo de nefropatia, como idosos, hipertensos e portadores de diabetes tipo 2.

Sendo assim, como utilizar a cretina de maneira adequada? Em primeiro lugar, é sempre válido consultar uma opinião profissional e médica para realizar a introdução e o acompanhamento da suplementação. Em segundo, o ciclo da creatina mostra-se eficiente quando administrado doses de 0,3g/kg/dia durante 5 – 7 dias e seguido de uma dose de manutenção variando de 3- 5g/dia durante 3 – 4 semanas. O tipo de creatina mais efetiva e biodisponível é a creatina monihidratada e o acréscimo de carboidrato e/ou proteínas junto à suplementação pode aumentar o carregamento de creatina no músculo esquelético.

E aí, o que achou de nossa matéria? Ficou alguma dúvida sobre o uso dessa suplementação? Não deixe de comentar!

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